Solar de Mateus - Quinta
Não poderia acabar esta série sem falar do seu famoso vinho, talvez já beberam ou ouviram falar.
O texto foi retirado do site www.sogrape.pt
História
O século XX assistiu ao nascimento e
consolidação de MATEUS Rosé, a marca por
excelência da SOGRAPE, como uma marca com dimensão
verdadeiramente global. Com características que o tornam
único, MATEUS Rosé pode afirmar-se como um
cidadão do mundo, sendo reconhecido e apreciado nos
sítios mais remotos, adaptando-se aos distintos gostos e
culturas.
A história de MATEUS Rosé remonta a 1942, quando
Fernando Van Zeller Guedes, fundador da SOGRAPE, cria e
lança um conceito altamente diferenciador, combinando
elementos inovadores ao nível das diferentes
variáveis do marketing mix.
Fernando Van Zeller Guedes estava convicto de que era
possível produzir, em Portugal, vinhos atractivos e com
interesse internacional. Para tal era preciso oferecer ao mercado
um vinho que se diferenciasse dos restantes, principalmente dos
franceses.
Com tecnologia inovadora para a época, a decisão
recai sobre um vinho de cor rosada, produzido a partir de uvas
tintas da região do Douro.
O verdadeiro segredo de MATEUS Rosé – aquele que lhe
confere a sua distinta cor rosa e que lhe assegura uma enorme
versatilidade – está no cuidado enológico da
sua produção. Produzido exclusivamente a partir de
castas portuguesas de uva preta, nomeadamente Baga, Rufete, Tinta
Barroca e Touriga Franca, o processo de vinificação,
que envolve um longo período de fermentação a
temperaturas controladas, socorre-se de técnicas
idênticas às utilizadas na produção de
vinho branco. Evitando um contacto prolongado entre o sumo da uva
ou mosto e a película das uvas, o vinho ganha a sua cor
rosada tão distinta, mantendo um estilo suave e
frutado.
Leve, jovem, fresco e ligeiramente “pétillant”,
este vinho oferece uma enorme versatilidade de momentos de consumo,
constituindo uma excelente alternativa a uma taça de
champagne ou, simplesmente, a uma cerveja. À mesa, o
marisco, o peixe, a cozinha chinesa e a generalidade das
refeições leves combinam particularmente bem com
MATEUS.
Quanto à embalagem para um tal vinho, originalidade era a
palavra-chave: a decisão recai sobre uma garrafa baixa e
bojuda, inspirada nos cantis utilizados pelos soldados durante a
Primeira Guerra Mundial, cuja forma se distinguia das restantes,
mais altas, em prateleira; o rótulo, nobre e inovador para a
época, retratava a imagem do Palácio de Mateus, uma
casa fidalga e de arquitectura barroca, fazendo a
ligação entre o produto e a terra de origem.
Tinha nascido um conceito inovador, cujas vantagens competitivas
assentavam em cinco factores chave: a marca MATEUS, o rótulo
retratando o palácio com o mesmo nome, a
utilização de uma garrafa inovadora, associados
à qualidade e às características
organolépticas do vinho e à imagem que gradualmente
se lhe foi associando, constituíram algumas das
variáveis que se tornaram atributos da marca e que
rapidamente tornaram MATEUS numa marca mundialmente conhecida e
apreciada.
E assim surgia a marca MATEUS Rosé e o caminho para o
sucesso.
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A foto que apresento tirei do lagar do Solar de Mateus, embora não seja a garrafa que aqui retrata, é outro tipo de vinho.

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