Torre do Galo
Classificada Monumento Nacional em 16-06-1910. Incluida na Zona Especial de Protecção da igreja matriz em 23-01-1953.
Embora seja habitual atribuir a fundação do castelo de Freixo de Espada À Cinta a D. Dinis, existem referências a uma anterior fortificação que foi atacada e tomada pelas forças leonesas em 1212, permanecendo desde então sob o seu controlo até às pazes assinadas por Sancho II em 1223, volta a ser mencionado num documento de 1248. Dever-se-á ao rei Lavrador a obra de reconstrução que deu ao castelo o prospecto com que surge representado no Livro das Fortalezas do reino executado pelo escudeiro e topógrafo da corte de D. Mauel I, Duarte d'Armas.
Hoje tudo o que resta da antiga fortaleza é a torre heptagonal e alguns troços de muralha já integrados na malha urbana. No topo da torre de sete faces, destacam-se os parapeitos ameados, assentes em cachorros salientes. No cimo desta estrutura ducentista foi erguida uma estreita torre sineira, com relógio incorporado, coberta por uma pirâmide rematada em cata-vento, a que se deve o no me de «Torre do Galo» por que ficou conhecida popularmente.
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