Solar de Mateus
O solar está indissociavelmente ligado à figura de D. José Maria de Sousa Botelho, nascido em 1758, neto do fundador do palácio, conhecido como «Morgado de Mateus». Figura grata da corte e dos meios culturais lisboetas. D. José exerceu altos cargos diplomáticos na Suécia, Dinamarca, França e Rússia, tendo terminado os seus dias em 1825, em Paris. Aquando da sua primeira estada em França, desejando divulgar a cultura portuguesa, promeoveu e finaciou uma ediçao monumental de Os Lusíadas. A edição foi valorizada por magnificas gravuras de Gérard (pintor de Bonaparte), de Fragonard (filho), de Visconti e Desenne, efectuadas sob a coordenação de Toschi, o mais prestigiado gravador de então.

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